Dr. Alan Landecker - Cirurgia Plástica e Clínica de Estética

A Clínica
 

Tratamento de Cicatrizes

O tratamento adequado das cicatrizes, fundamental após qualquer cirurgia plástica, pode ajudar a evitar o aparecimento de cicatrizes hipertróficas e quelóides. Atualmente, os mais recentes desenvolvimentos tecnológicos se tornaram valiosas ferramentas de auxílio a técnicas consagradas como a realização de massagens com cremes específicos e a utilização de placas de silicone, usadas para acelerar o amadurecimento das cicatrizes. O objetivo final é sempre utilizar as técnicas e materiais mais refinados na tentativa de obter cicatrizes finas e praticamente imperceptíveis.

Triancinolona Injetável

A maioria das cicatrizes inestéticas, como as cicatrizes hipertróficas e as quelóides, apresentam uma deposição exagerada de colágeno no local onde foi feita a incisão. Este fator é responsável pela coloração arroxeada, superfície elevada e coceira que frequentemente incomodam os pacientes. A partir de 2-3 meses após a cirurgia, é possível reverter estes sinais e sintomas com excelentes resultados através da injeção de uma potente cortisona (triancinolona) dentro da cicatriz. A triancinolona reduz o inchaço e inibe a hiperprodução de colágeno pelos fibroblastos, fazendo com que a cicatriz fique mais plana e apresente gradualmente uma coloração mais similar à pele. Infelizmente, a aplicação tende a ser dolorosa e pode ser necessária mais de uma sessão para que o resultado final seja atingido.

Betaterapia

A betaterapia consiste da aplicação de radiação em cima da incisão cirúrgica. Esta energia, proveniente de uma placa de estrôncio, atinge os fibroblastos responsáveis pela produção de colágeno e inibe a sua proliferação. O resultado é a diminuição da produção de colágeno, ajudando a evitar cicatrizes hipertróficas e quelóides. O tratamento, que é indolor e preventivo, deve ser iniciado nas primeiras 48 horas após a cirurgia. Em geral, são necessárias 10 sessões para que os resultados máximos sejam obtidos.

Peeling de Cristal

O peeling de cristal é um tratamento que promove esfoliação, através do lançamento de microcristais de óxido de alumínio na pele. Essa esfoliação desencadeia uma inflamação aguda localizada, fazendo com que os fibroblastos produzam colágeno para a regeneração da pele. Trata-se de um importante recurso terapêutico para melhorar o aspecto do tecido cutâneo através da renovação celular, diminuição de rugas finas e tratamento de manchas, estrias e cicatrizes. Pode de ser aplicada em pacientes de todas as idades e tipos de pele com sucesso, simplicidade e rápida recuperação, ao contrário de procedimentos mais agressivos como a dermabrasão e os peelings químicos.

Vacuoterapia

A vacuoterapia é uma técnica de pressão negativa que aumenta a circulação e ajuda a desfazer pontos de fibrose localizada. Desta forma, é possível melhorar a mobilidade de uma cicatriz, especialmente quando a mesma está localizada em cima ou próximo das articulações.

Dermabrasão

A dermabrasão é um procedimento que utiliza lixas de alta rotação para executar um peeling mais profundo do que aqueles que utilizam ácidos ou laser. Podendo ser realizado durante ou após uma cirurgia, esta técnica oferece ótimos resultados em pacientes portadores de cicatrizes deprimidas/irregulares, como as decorrentes de acne. Pacientes submetidos à dermabrasão necessitam de cuidados específicos durante o pós-operatório, especialmente em relação à aplicação de cremes e à proteção do sol. A área tratada pode apresentar aspecto rosado por algumas semanas, adquirindo coloração normal com o amadurecimento da cicatriz. Mais de uma sessão pode ser necessária para que o resultado final seja atingido.

Laser

Atualmente, o laser é uma das principais ferramentas no combate às cicatrizes inestéticas. Em vários estudos, a luz pulsada melhorou a vermelhidão, tamanho e sintomas dolorosos que frequentemente estão presentes nestes pacientes, com pouquíssimos efeitos colaterais. Pode haver vermelhidão, inchaço e problemas de pigmentação após a aplicação- felizmente, estes efeitos tendem a ser temporários e de fácil resolução.
Cicatrizes atróficas, que frequentemente se apresentam como depressões na pele, podem ser melhoradas em 50-80% pelos lasers chamados ablativos. Estes lasers destroem as camadas mais superficiais da pele com enorme precisão, fazendo com que o colágeno subjacente prolifere e se remodele. Com isso, as depressões tendem a ser preenchidas, nivelando a pele. Embora os lasers mais recentes tenham menos efeitos colaterais, sinais e sintomas como vermelhidão, inchaço e secreção são comuns. Estes lasers devem ser aplicados somente por profissionais, pois há risco de problemas de pigmentação e queimaduras.
Recentemente, métodos não ablativos como a radiofreqüência foram desenvolvidos para ajudar pacientes com cicatrizes inestéticas. A vantagem destas técnicas é induzir a proliferação e remodelação do colágeno, através da geração de calor somente nas camadas profundas da pele. Isto quer dizer que não é necessário destruir as camadas superficiais da pele, como fazem os lasers ablativos. Porém, os pacientes devem ser escolhidos e informados cuidadosamente, pois a maioria dos estudos mostra que os resultados atuais da técnica não ablativa ainda são inferiores quando comparado aos lasers ablativos.

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Dr. Alan Landecker

  • Formado em Medicina pela Universidade de São Paulo (FMUSP), CRM-SP 87043.
  • Formado em Cirurgia Geral no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (FMUSP).
  • Formado em Cirurgia Plástica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Serviço do Professor Ivo Pitanguy) e na Clínica Ivo Pitanguy.
  • Reconhecimento do diploma médico nos EUA (ECFMG/USMLE).
  • Estagiário clínico-cirúrgico e de pesquisa nas Universidades de Miami, Alabama at Birmingham, Pittsburgh, Chicago, Nova York e Texas Southwestern, EUA.
  • Especializado em rinoplastia estruturada primária e secundária (Rhinoplasty Fellow) pela University of Texas Southwestern at Dallas, Texas, EUA, sob o Dr. Jack P. Gunter.
  • Instrutor do Dallas Rhinoplasty Symposium, curso anual teórico-prático em rinoplastia, realizado anualmente em Dallas, Texas, EUA, 2006-2008.
  • Especialista em Cirurgia Plástica e Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
  • Consultor científico na área de Cirurgia Plástica da revista Men´s Health Brasil.
  • Editor da parte de rinoplastia no site da PSEN (Plastic Surgery Education Network), site educacional oficial da ASPS (American Society of Plastic Surgery).
  • Membro da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS).
  • Membro da Rhinoplasty Society (Sociedade Internacional de Rinoplastia).
Consulte o Curriculum Vitae do Dr. Alan Landecker para obter: participação em congressos, lista de aulas sobre rinoplastia estruturada primária e secundária em congressos nacionais e internacionais, lista de publicações científicas em revistas e sites nacionais e internacionais, lista de autoria de capítulos no livro “Dallas Rhinoplasty: Nasal Surgery by the Masters, 2nd Edition", Editora QMP, EUA e autoria de livros sobre a especialidade de Cirurgia Plástica.

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